• Adriana

    Não te aflijas com a pétala que voa:

    também é ser, deixar de ser assim.

    Rosas verá, só de cinzas franzida,

    mortas, intactas pelo teu jardim.

    Eu deixo aroma até nos meus espinhos

    ao longe, o vento vai falando de mim.

    E por perder-me é que vão me lembrando,

    por desfolhar-me é que não tenho fim. Não adianta, você não vai esquecer esquecer de mim.

    Adriana