
Alimentar-se de tudo, ou quase tudo de que o corpo precisa. Sem culpas, neuras... ops, mas é bom contar calorias às vezes, e controlar os exageros, as doses, as porções, porque no fim é entre você e o espelho e você e a consciência, darling!
Ler tudo e letreiar tudo que é possível soletrar. Entrelinhas podem ser interessantes!
A um passo de uma conexão estabelecida, corpo e mente equilibrados numa cordinha que ora bamba, ora descamba e camba pro trilho da terra, da beira mar ou da beira do rio. Ou do topo do morro a avistar o oceano imenso, calmo, verde, com suas águas a invadir os olhos castanhos.
Honrar um tempinho pra si. Diga-se que é essencial! Assim, se acessa o Universo interior (cada um tem o seu. É só acreditar! Melhor que vasculhar o alheio, e se anestesiar pra evitar sentimentos desconfortáveis _ rsrsrs) e meditar.
E lá no “Espelho, espelho meu!”, falar sobre si e de si (positivamente), do corpo que envelhece, das mil e uma habilidades raras, potencialidades singulares, e celebrar das pequenas às imensas vitórias do dia-a-dia.
Mesmo que não tenha muita função aparente ao externo mundo das pessoas, o que importa e o que interessa, de alguma forma, é fazer algo que desperte, que os olhos brilhem, o coração cante (desafinado), a alma possa sorrir sem motivos, ou com todas as razões só suas.
A essência se liberta. Expressar através de caretas livremente, sem buscar aprovação ou temer julgamentos dos outros.
Isso é um tempo de qualidade consigo; e, claro, com pessoas que inspiram, ajudam, encorajam, aceitam, respeitam e amam por inteiro (com todos os defeitos: chata demais?!).
O que vale é praticar a intuição, a fé, a gratidão, o perdão em busca de leveza; atingir a diversão em cheio para o bom humor ficar.
(C.Er)