Antônio
Antônio, 31

De forma pacata vou vivendo minha vida,

Cantando meus medos, desenhando pesadelos

Levando na zombaria.

Sou soldado do povo,

Assinei minha alforria

Li, cresci, vivi

Produzi meus dias.


Há quem diga que a morte um dia me mataria,

Mas vivo minha vida pacata,

Sou soldado do povo

Minh’alma é destemida.

Nem tufões, trovões, maremotos...

Nada me amedrontaria

Sigo borrando meus sonhos, apagando esperanças

Saciando a nostalgia.


Sou soldado do povo

Sou forte, sou robusto

Carrego minhas espadas e meu escudo

Sou fiel a minha bíblia

Não me entrego a nada possível

Tornei-me invencível.

Mas há quem diga que a morte um dia me mataria,

Não abaixarei minha guarda

Mas caso apareça mais um soldado do povo

O duelo sem sangue será na poesia.

Não só de força se faz um soldado

Mas com uma palavra ele muda dias.

Sobre
  • Gelatinas (Jogo Favorito)
Fotos
  • O feed está vazio