
Um dia você me perguntou o que era o amor? Ainda lembro… Que de todas as respostas Que eu havia não bastava para descrevê-la Mais hoje vejo qo amor é um sentido tão grande imensurável Que uma frase ou até mesmo escrever um livro para defini-lo não seria o bastante Pois o amor não se resumi, não se define, cada vez que tento descrevê-lo, sinto que as palavras proferidas. Não são tão fortes quanto o amor, que existe em mim! Das mil loucuras racionais ao qual cometi em nome deste amor… Poderei ser julgado mais jamais condenado Por amar-te não percebi que meus atos… Estavam me definindo e desarmando-me Entreguei-me sem ter a certeza de que minhas ações seriam percebidas por Você. Pois eu vivi, e segui aquilo que o amor ditou… Ele me deu asas, e voei Ele me deu coragem, e lutei. Transformou-me em um palhaço e diverti a platéia. Me fez amar e amei. E como se estivesse em uma partida de xadrez… Eu joguei… Com peças de sedução E táticas de conquistar sem toques, sem olhar, deixando-me levar pela a magia deste amor… Onde a única regra era amar e tocar sua alma. Apostei, blefei com o destino… e perdi. Tentei negar, e fingi não ter visto a sua vitória… Quando senti você quebrar as barreiras… E tocar minha alma. Estava em xeque-mate! Então pela a primeira vez o “Talvez” que tanto odeio, Passou a ser o meu aliado. As “minhas esperanças, depositei tudo em um” “Talvez”. Talvez, tenha sido recíproco. Talvez tenha levado você a lugares desconhecidos…