
Não espere que eu justifique minhas ações. Não espere que eu dite um roteiro pronto de tudo o que sou. Não espere algo previsível, sou impulsiva, inteira e intensa demais para dar conta de explicar o que estou vivendo. Eu sinto e pronto. Uma história começa a ser escrita outra vez. Não consigo viver uma vida morna, regrada de emoções controladas em conta gotas. Nunca disse que era certinha, digo e repito quantas vezes forem preciso: sou coerente ao que sinto, ao que sou. Do resto, nada mais me importa. Vivo com asas, voando alto, experimentando o mundo. Não quero saber o que vem depois, não quero limitar expectativas dentro do peito, eu quero construir pontes de verdades na busca dos meus sonhos. Já me machuquei demais por idealizar e esperar do outro algo que não o cabe. Me fazer feliz é a maior de todas as minhas prioridades.